Google Ads vs Google Shopping: Saiba qual é melhor para o seu tipo de negócio

Google Ads vs Google Shopping: Saiba qual é melhor para o seu tipo de negócio

Alguns anos atrás, um clichê entre analistas de internet e videntes aleatórios era: “o Google vai dominar a internet”. Bem, esse se trata de um daqueles raros casos em que palpiteiros estavam certos. A Google não apenas dominou a internet, como mudou a própria forma de realizar comércio e prestar serviços ao redor do mundo – tudo hoje depende da sua capacidade de exposição nos vários recursos da plataforma. Entre eles, Google Ads e Google Shopping.

No entanto, esses “vários recursos” confundem. Para quem não compreende completamente como usar o Google para impulsionar seu comércio, discernir entre essas ferramentas e suas respectivas utilidades pode ser uma tarefa complexa. Afinal, qual a diferença entre Ads e Shopping, e quando utilizar cada um? Vamos tentar ajudar. Primeiro, vamos dar uma olhada sobre o Google Ads.

Google Ads

Também atende pelo seu “nome de batismo”: Google Ads. Aqui, não existe nenhum mistério. O Ads é a plataforma de publicidade do Google, e trata-se da sua principal fonte de receita. Em 2011, a plataforma de publicidade gerou 96% dos quase 37,9 bilhões de dólares que a empresa faturou.

Pagando uma determinada quantidade para o Google, seu serviço e/ou produtos são exibidos em anúncios principalmente em resultados de pesquisas, relacionados às palavras-chave usadas nessa busca.

Isso, na verdade, nada mais é uma extensão da proposta do Google de organizar a internet. A ideia aqui é manter a prioridade para pertinência e relevância: entregar a oferta de um produto ou serviço no exato instante em que a pessoa está pesquisando pelo assunto. É uma ideia notável.

Ainda mais se levarmos em consideração que esses links patrocinados são exibidos em computadores e smartphones em todos os formatos disponíveis de anúncio no Google – que não incluem apenas os próprios links, mas seu conteúdo também na forma de banners e vídeos, em áreas especiais e de visibilidade em diversos sites parceiros do Google.

E esses “sites parceiros” compõe uma boa parte do que concentra praticamente todos os usuários da internet. Juntos, eles são designados como a Rede de Display, que inclui plataformas extremamente populares como o Youtube, que pertence ao Google e que é, para todos os efeitos, considerado o segundo maior buscador do mundo.

O Ads trabalha com uma série de filtros que facilitam ainda mais para o anunciante encontrar seu público. É uma lógica simples: por exemplo, imagine que você tem uma loja que trabalha com artigos esportivos originais e de alto padrão.

Você pode fazer seu anúncio no Google encontrar 10 mil pessoas aleatórias. O problema é que é um grande investimento, e são muito grandes as chances de a maior parte dessas pessoas não se interessar por esportes e/ou não terem o poder aquisitivo para comprar seus produtos. Seria muito mais eficiente economizar investimento, mirando apenas 500 pessoas que compõem especificamente um público de fãs de esporte com maior poder aquisitivo.

O Ads possui esse tipo de poder de segmentação, que permite a utilização de informações específicas de segmentação para que a exibição dos anúncios seja ainda mais eficaz. Essas informações, além das próprias palavras-chave inclui tópicos e canais, público-alvo, local de exibição do anúncio, idade, local e idioma, programação (dias, horários e frequência), e dispositivos (computadores, laptops, tablets e smartphones), e você pode ajustar quando e em quais deles seus anúncios vão aparecer.

Isso resume o Ads. Mas afinal, como ele se distingue do Shopping?

Google Shopping

O Ads tem a vantagem de exibir um anúncio para o público-segmentado, e isso inclui produtos. Entretanto, como você já deve ter deduzido, isso pode não ser tão vantajoso para quem tem muitos produtos para vender. Voltemos ao exemplo da loja esportiva.

Para divulgar cada camiseta de time, cada modelo de tênis, seria necessário um anúncio diferente. O que, obviamente, implica num custo imenso para cada um, o que pode tornar a iniciativa inviável. Incidentalmente, a própria necessidade de criar uma quantidade tão grande de anúncios levaria uma vida.

Pensando nessa necessidade específica, a Google imbuiu no Ads uma maneira de orientar especificamente lojas online: o Google Shopping. A ideia da ferramenta é criar campanhas para promover os produtos de e-commerce, intensificar o tráfego para o site e até mesmo para lojas físicas, além de gerar leads mais qualificados, conforme explicamos em textos anteriores do blog.

O Shopping se destaca do Ads não apenas por ter uma função específica, voltada para necessidades particulares dos anunciantes, mas envolve também algumas questões mecânicas: nesse formato, os anúncios não utilizam palavras-chave na segmentação, e sim as informações do feed, que o Google vai relacionar com o que as pessoas estão buscando.

A partir dessas informações que são obtidas, o Ads exibe anúncios nas redes de pesquisa e de display para todos os clientes potenciais de forma visual; a possibilidade de interagir diretamente com o catálogo da loja como um todo – uma verdadeira vitrine digital – aumenta substancialmente a possibilidade de o cliente interagir com sua loja, o que gera os leads mais qualificados.

Ou seja, a diferença dos simples anúncios através de links e texto para os anúncios de produtos do Shopping está na exibição de todas as informações relevantes, de forma direta e explícita, como foto do produto, além de título, preço, nome da loja e outras informações relevantes.

Como dito, isso gera cliques mais direcionados e leads mais qualificados, mas o mais importante é que isso dá ao cliente potencial uma noção mais concreta do produto que ele quer adquirir antes mesmo de clicar no anúncio, já que ele tem condições de saber, de imediato, se aquele produto condiz com o que ele quer ou não. É um tipo de honestidade em relação ao comprador que gera uma sensação de eficiência e confiança nele.

Um detalhe importante: os anúncios do Shopping não são excludentes em relação ao anúncio em texto na rede de pesquisa. O Google mantém ambas as opções ativas para que os usuários tenham os mais variados tipos de informações e opções sobre o produto antes mesmo de clicarem em uma página, aumentando as chances de compra.

E essas são as distinções entre Google Ads e Google Shopping. Gostou do nosso conteúdo? Entre em contato com a LIONS Marketing Digital e agende sua reunião, para que nós possamos mostrar a você como destacar seu negócio na internet!

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